A nova tecnologia promete revolucionar a compreensão dos processos cerebrais durante o sono.
A tecnologia por trás do gravador de sonhos combina ressonância magnética funcional (fMRI) e algoritmos de inteligência artificial. Durante o sono, especialmente na fase REM, os pesquisadores monitoram a atividade neural dos participantes. Com base nesses padrões cerebrais, a IA interpreta os sonhos e os traduz em imagens digitais.
Os sonhos ocorrem predominantemente na fase REM do sono, momento em que o cérebro se torna mais ativo, criando cenários vívidos e complexos. Os pesquisadores dividiram o sono humano em quatro estágios principais: NREM 1, NREM 2, NREM 3 e REM. Ao focar na fase REM, conseguiram identificar padrões cerebrais que se repetiam nos sonhos de diferentes indivíduos, aprimorando a precisão do algoritmo.
Embora os resultados sejam promissores, a tecnologia ainda está em fase experimental. O próximo desafio será tornar o gravador de sonhos acessível e funcional para o público em geral, garantindo que a decodificação dos sonhos seja cada vez mais precisa e confiável.